Segundo Augusto Santos Silva:
A educação para a cidadania há-de ser pois, a educação para a complexidade e abertura e claro que a noção de deveres ou responsabilidades, lhe está inerente.
Esta deve gerar comportamentos sustentados, é necessário equilibrar o planeta, é preciso uma participação mais ativa por parte das mulheres, é necessária uma partilha positiva com os outros.
A educação para a cidadania compreende o desenvolvimento de competências cognitivas, ética-afetivas e sociais
Sinais de alarme/ Fragilidades
A educação para a cidadania há-de ser pois, a educação para a complexidade e abertura e claro que a noção de deveres ou responsabilidades, lhe está inerente.
Esta deve gerar comportamentos sustentados, é necessário equilibrar o planeta, é preciso uma participação mais ativa por parte das mulheres, é necessária uma partilha positiva com os outros.
A educação para a cidadania compreende o desenvolvimento de competências cognitivas, ética-afetivas e sociais
Sinais de alarme/ Fragilidades
Aumento da apatia política e da indiferença ideológica
Absentismo eleitoral massivo
Xenofobia
Intolerância
Violência gratuita
A Europa debate-se hoje com estes problemas e é em parte por isso que se quer reforçar a centralidade da educação na e para a cidadania em todos os níveis de ensino.
É necessário um espaço público em que a cidadania ganha sentido e efeito.
As instituições escolares adotam na sua maioria práticas pedagógicas aproximadas aos valores e competências constitutivas da cultura cívica democrática
Uma prática construída em torno da cidadania, quer dizer implicação ativa das crianças e da sua formação para e nos valores da cultura e participação democráticas
É fundamental a abertura da escola à comunidade local e da comunidade local à escola.
Absentismo eleitoral massivo
Xenofobia
Intolerância
Violência gratuita
A Europa debate-se hoje com estes problemas e é em parte por isso que se quer reforçar a centralidade da educação na e para a cidadania em todos os níveis de ensino.
É necessário um espaço público em que a cidadania ganha sentido e efeito.
As instituições escolares adotam na sua maioria práticas pedagógicas aproximadas aos valores e competências constitutivas da cultura cívica democrática
Uma prática construída em torno da cidadania, quer dizer implicação ativa das crianças e da sua formação para e nos valores da cultura e participação democráticas
É fundamental a abertura da escola à comunidade local e da comunidade local à escola.
O fenómeno da globalização,
inserido na sociedade de informação torna perigosamente visível crescente
desfasamento entre regiões, países e pessoas com um elevado poder de compra e
aqueles que vêm a sua situação piorar gravemente. Não é pois de estranhar que
uma das consequências da sociedade de informação seja o agravamento da
crispação social, nomeadamente a nível local, e que estes problemas sejam
transferidos para as escolas, criando situações de violência e abandono.
Como mencionou a colega Diana
Costa uma das principais fragilidades está relacionada com o aumento da apatia
politica e a indiferença ideológica, muitos deixam de acreditar nos aspetos
fundamentais da cidadania a abandonam a sua própria identidade, e esta questão
leva a outra fragilidade a do Absentismo porque muitos individuo as deixam de
acreditar nos procedimentos democráticos. A abstenção mostra a não participação
dos indivíduos na vida pública. A desinformação dos cidadãos também poderá ser
um dos fatores que leva ao absentismo. Cada vez é mais importante estar
informado sobre tudo o que nos rodeia. Para que possamos evoluir ao mesmo tempo
que as tecnologias.
A Xenofobia, como afirmou o
Prof J. António Moreira, poderá revelar-se como uma ameaça á cidadania
democrática. É preciso pensar antes de agir, temos de nos tentar compreender e
organizar.
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